A maioria dos parques temáticos com uma grande dimensão tem um problema muito grande... as filas de espera nos divertimentos... a Disneyland Paris não é excepção e por vezes o tempo de espera em alguns divertimentos é simplesmente desesperante... Para quem já lá foi não é novidade, mas para quem não teve ainda essa oportunidade, o tempo de espera é cronometrado em minutos e está sempre exposto, à vista de todos, numas placas à entrada de cada divertimento (à semelhança da imagem aqui colocada).Uma forma simples de minimizar o tempo de espera nos divertimentos de um parque temático é começar a visita do respectivo parque do fim para o início. Se não vejamos:
- Quase todas as pessoas entram no parque e começam a sua visita pelos primeiros divertimentos, logo esses mesmos divertimentos começam a ficar sobrecarregados de pessoas, ou seja, o tempo de espera aumenta rapidamente. Andamos no primeiro e quando chegamos ao segundo, o tempo de espera já é superior a 60 minutos... o que nos faz desesperar rapidamente;
- Se começarmos a visita do parque temático do fim para o início, conseguimos usufruir de alguns divertimentos que terão muito poucas pessoas, logo com o avançar do dia e quando chegarmos ao início, as pessoas que aí estavam já lá se encontram em menor quantidade, daí ganharmos bastante tempo em todos os divertimentos, que em muitos casos, principalmente nas épocas altas, é fundamental para se conseguir visitar o parque com uma boa relação "dias de visita/tempo perdido".
Para uma futura visita, fica também a dica, na minha opinião, de quantos dias precisarão para visitar a Disneyland Paris (2 parques):
2 adultos
(3 dias/2 noites) - 1 dia para cada parque chega perfeitamente, pois utilizando esta "táctica" e levando os parques minimamente "estudados", consegue-se fazê-lo sem problema.
2 adultos + 1 criança
(4 dias/3 noites) - 1 dia para cada parque acaba por não chegar devido "à criança", pois existem muitos divertimentos que no caso anterior os adultos não usufruem, pois são exclusivos para crianças. Neste caso é necessário um estudo mais aprofundado dos parques para que exista uma maior rentabilização do tempo.
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